{"id":1758,"date":"2025-02-18T11:39:54","date_gmt":"2025-02-18T14:39:54","guid":{"rendered":"https:\/\/news.ivy.com.br\/?p=1758"},"modified":"2025-09-29T12:00:14","modified_gmt":"2025-09-29T15:00:14","slug":"malware-rouba-credenciais-salvas-no-google-chrome","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.ivy.com.br\/index.php\/2025\/02\/18\/malware-rouba-credenciais-salvas-no-google-chrome\/","title":{"rendered":"Malware rouba credenciais salvas no Google Chrome"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"ember59\">Quando o assunto \u00e9 ciberseguran\u00e7a, frequentemente nos deparamos com casos que poderiam ter sido evitados com pr\u00e1ticas simples e seguras. Um exemplo recente e alarmante \u00e9 o ransomware &#8220;Qilin&#8221;, que explora um h\u00e1bito comum e aparentemente inofensivo: o armazenamento de senhas no navegador. Embora pr\u00e1tico, esse comportamento representa um risco significativo, tanto para indiv\u00edduos quanto para organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember60\">O Qilin ilustra perfeitamente como os cibercriminosos se adaptam \u00e0s nossas rotinas digitais. Esse ransomware utiliza as credenciais salvas no Google Chrome para acessar informa\u00e7\u00f5es sens\u00edveis, lan\u00e7ando m\u00e3o da dupla extors\u00e3o. O que isso significa? Bom, al\u00e9m de criptografar os sistemas da v\u00edtima, amea\u00e7a divulgar ou vender os dados roubados caso o resgate n\u00e3o seja pago.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember61\">Os n\u00fameros s\u00e3o preocupantes. Pesquisas mostram que o usu\u00e1rio m\u00e9dio armazena cerca de 87 senhas de trabalho e ainda mais senhas pessoais no navegador. Isso transforma o navegador em um verdadeiro &#8220;cofre aberto&#8221; para criminosos. Em um dos casos analisados, os invasores permaneceram por 18 dias dentro de uma rede corporativa, roubando credenciais toda vez que um usu\u00e1rio fazia login. Imagine o tamanho do preju\u00edzo que isso poderia causar?!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember62\">Essa situa\u00e7\u00e3o me leva a questionar: por que mesmo com a tentativa de conscientizar as pessoas sobre os riscos digitais, ainda insistimos em pr\u00e1ticas que comprometem nossa seguran\u00e7a?<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember63\">Acredito que hoje seguimos muito pela conveni\u00eancia. Sei que parece atrativo sempre salvar as senhas no navegador e poder acessar as p\u00e1ginas com um s\u00f3 clique. Mas, como especialista, posso afirmar com confian\u00e7a que essa conveni\u00eancia custa caro. Navegadores s\u00e3o alvos frequentes de malwares projetados exclusivamente para capturar informa\u00e7\u00f5es salvas. Por mais seguros que sejam os navegadores modernos, eles n\u00e3o foram projetados para atuar como cofres digitais.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember64\">A verdade \u00e9 que os riscos desse comportamento n\u00e3o est\u00e3o inteiramente sob o controle dos desenvolvedores. O Qilin, por exemplo, explora vulnerabilidades humanas e tecnol\u00f3gicas, focando no navegador mais utilizado do mundo \u2013 o Google Chrome. E, ao comprometer um \u00fanico sistema, os atacantes ganham acesso a todas as credenciais salvas, como chaves de um cofre universal.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember65\">Falando sobre a atua\u00e7\u00e3o das empresas nesse sentido, acredito que as organiza\u00e7\u00f5es precisam ser mais proativas ao educar seus colaboradores. Muitas vezes, a import\u00e2ncia de se destacar as pr\u00e1ticas de seguran\u00e7a simples s\u00e3o subestimadas. Mas lembre-se, \u00e9 importante pensar da seguinte forma: n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de se a sua organiza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 alvo de um ataque, mas quando.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember66\">Para se proteger, \u00e9 essencial substituir o armazenamento de senhas no navegador por solu\u00e7\u00f5es mais robustas e adotar medidas complementares, como utilizar um gerenciador de senhas, adotar a autentica\u00e7\u00e3o multifatorial (MFA) e, insisto, investir em conscientiza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ember67\">Como est\u00e1 esse caminho para a seguran\u00e7a em sua organiza\u00e7\u00e3o? Vamos bater um papo sobre isso e tentar encontrar melhores solu\u00e7\u00f5es para identificar as principais vulnerabilidades? Pode me enviar uma mensagem ou para o <a href=\"https:\/\/ivy.com.br\/\">time da Ivy<\/a>, vamos manter o ecossistema mais seguro e saud\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o assunto \u00e9 ciberseguran\u00e7a, frequentemente nos deparamos com casos que poderiam ter sido evitados com pr\u00e1ticas simples e seguras. Um exemplo recente e alarmante \u00e9 o ransomware &#8220;Qilin&#8221;, que explora um h\u00e1bito comum e aparentemente inofensivo: o armazenamento de senhas no navegador. Embora pr\u00e1tico, esse comportamento representa um risco significativo, tanto para indiv\u00edduos quanto para organiza\u00e7\u00f5es. O Qilin ilustra perfeitamente como os cibercriminosos se adaptam \u00e0s nossas rotinas digitais. Esse ransomware utiliza as credenciais salvas no Google Chrome para acessar informa\u00e7\u00f5es sens\u00edveis, lan\u00e7ando m\u00e3o da dupla extors\u00e3o. O que isso significa? 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